O HOMEM QUE COLECIONAVA MANHÃS
Liberato Vieira da Cunha
Objetiva, 2004

Leia um trecho | Críticas



• O maior crítico do país, Wilson Martiins, dedicou meia página do suplemento "Prosa e Verso" de "O Globo", do Rio, à análise de "O Homem que Colecionava Manhãs", com considerações altamente positivas ao novo livro de Liberato Vieira da Cunha.

Zero Hora, de Porto Alegre, reservou-lhe uma entrevista de página inteira.

• Uma outra página inteira, esta abrindo o caderno Variedades/Cultura, do Diário Catarinense, o principal de Florianópolis, enalteceu o romance de Liberato.

Rascunho, o maior jornal literário do Brasil (32 páginas e quatro caredrnos) estampou um ensaio consagrador de Luiz Antonio de Assis Brasil ao romance, comparando-o aos de Eça, Machado e Flaubert - e observando que as símiles não eram absolutamente gratuitas.

• O primeiro número do recém-lançado Suplemento Literário da Prefeitura de Porto Alegre destacou na capa, com igual realce, Clarice Lispector e Liberato Vieira da Cunha, além de páginas internas.

• Apreciações sempre fevoráveis surgiram em publicações de Minas, São Paulo e Brasília.

• No exterior, a obra tem sido muito bem recebida. Clecy Daniel, de Mulhouse, Alsácia, usa os livros de Liberato em suas aulas de português para franceses com grande sucesso. Carlos Alberto Azevedo realizou seminários e escreveu artigos sobre Liberato na Alemanha, quando lecionava na Universidade Livre de Berlim. Um outro seminário também dedicado a Liberato Vieira da Cunha foi efetuado na Universidade de Hamburgo. O autor gaúcho já teve textos seus traduzidos no Uruguai, Argentina, Peru, Colômbia, França e Alemanha.


Críticas

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Um poema da vida real
Eron Duarte Fagundes


Leia um trecho

"Victoria me estendeu a mão e me levou para a cama enorme com dossel e pediu que me recostasse.

- Quero reconhecer teu corpo.

E fez esse reconhecimento com seus lábios, suavemente, sem pressa, e sem pressa me percorriam suas mãos e deslizava por mim sua pele. E ora era sua boca que buscava meu pênis e ora ela toda que me buscava, a amazona que me cavalgava. E logo era eu que imergia em sua carne atravessando cada porta e rompendo cada limite da entrega. E por todos os meiose modos que jamais foram concebidos para que um homem se desse a uma mulher e uma mulher possuísse um homem, fomos tão completamente um do outro que o mundo transformou-se numa constelação de deleite e gozo e nela orbitamos como dois planetas gêmeos e indivisos desde a aurora da Criação."


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